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Os Ashaninka, que vivem no rio Amônia (Acre), se preocupam muito com o ambiente. Após os estragos causados pela exploração madeireira, pelas pescarias e caçadas ilegais realizadas por não-índios, eles decidiram realizar um plano de manejo dos tracajás, um tipo de tartaruga que quase desapareceu da região. Durante três anos proibiram a coleta de ovos e o consumo da carne deste animal. Assim, o número de tartarugas aumentou. Desde 2003, os Ashaninka promovem uma festa anual no dia da soltura de centenas de tartarugas que voltam aos rios da região. Este vídeo, produzido pelo projeto Vídeo nas Aldeias com a OPIAC (Organização dos Professores Indígenas do Acre), mostra um pouco sobre este trabalho de manejo.

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Este vídeo foi produzido pelo projeto “Aldeias Vigilantes: uma nova abordagem na Proteção dos Conhecimentos Tradicionais e no Combate a Biopirataria na Amazônia” da Amazonlink.

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Muitos povos indígenas, ainda hoje, não têm onde viver, pois, na maioria das vezes, foram expulsos de suas terras por ocupantes não-indígenas. Alguns se instalam temporariamente em acampamentos, existentes em vários estados do país, onde vivem em péssimas condições, enquanto lutam pela demarcação de suas terras. Este vídeo é sobre o cotidiano das crianças guarani kaiowá que vivem no território tradicional Laranjeira Ñanderu, às margens da BR-163 em Mato Grosso do Sul. Essa população está vivendo em um acampamento na beira da estrada, pois foi despejada da área onde vivia no município de Rio Brilhante. Esta matéria foi exibida na TV Campo Grande (SBT-MS). Assista a outros vídeos!

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É uma ficção criada por Leonardo Cadaval que nos faz refletir sobre as diferenças entre indígenas e não-indígenas com relação às formas de interagir com o ambiente.

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