Avatares


Conheça os personagens com os quais você poderá brincar na Aldeia Virtual. Aqui eles são chamados de avatares!

  • Ashaninka

    Os Ashaninka em sua maioria vivem no Peru e somam mais de 90 mil pessoas. No Brasil, há cerca de 1000 Ashaninka que vivem em cinco Terras Indígenas, todas na região do alto Juruá, no Acre. Eles falam uma língua da família Aruak e seus trajes tradicionais se chamam kushma.

  • Asurini do Xingu

    Til sammen finnes det bare 154 Asurini-indianere, og de bor i en landsby ved elva Xingu i delstaten Pará i Amazonas. De utmerker seg ved sin kreativitet, noe som spesielt kommer til syne i tegninger og malerier. De dekorerer kropper og objekter med geometriske tegninger som representerer elementer fra naturen og overnaturlige vesener. Asurini-språket tilhører språkgruppen tupí-guarani.

  • Karajá

    Antigos moradores das margens do rio Araguaia, nos Estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, formam um grupo de 3198 pessoas. Falam uma língua que pertence ao tronco linguístico Macro-Jê. Os dois círculos tatuados na face são uma característica marcante do grupo, que também possui belas pinturas corporais.

  • Krahô
    mapakraho.peq

    Os Krahô vivem na Terra Indígena Kraolândia, no Estado do Tocantins. São um grupo de aproximadamente 2500 pessoas falantes de uma língua da família Jê. Vivem em aldeias de formato circular e são muito conhecidos pelas corridas de toras que fazem todos os dias, logo depois de caçar, pescar ou trabalhar na roça. As toras, feitas normalmente com o tronco do buriti, são preparadas e enfeitadas com muito cuidado pelos Krahô.

  • Matis

    Os Matis somam 390 pessoas que vivem na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas. Falam uma língua da família Pano. Todos se reconhecem como mushabo ("gente tatuada") ou wanibo ("gente da pupunha"), pois possuem tatuagens no rosto feitas com o espinho da palmeira da pupunha, um desenho que marca seu pertencimento ao grupo.

  • Xikrin Kayapó

    São 1800 índios, aproximadamente, que vivem nas Terras Indígenas Cateté e Trincheira Bacajá, no Estado do Pará. Os Xikrin, falantes de língua Kayapó, enfatizam a audição e a palavra e, por isso, perfuram orelhas e lábios logo na infância. As mulheres são responsáveis pela elaborada pintura corporal e dedicam muito tempo para realizá-la.

  • Yanomami

    São cerca de 35 mil pessoas e vivem na região montanhosa que divide o Brasil da Venezuela. Falam 4 línguas da família lingüística Yanomami, vivem da agricultura, caça, coleta e pesca, e têm exuberante vida ritual. Seus adereços e pinturas corporais são como "trajes de gala" utilizados em diferentes cerimônias.